Corinthians refaz as contas e apavora torcedores com o valor da folha salarial

A diretoria do Corinthians fez uma revisão orçamentária e atualizou o orçamento que havia sido preparado pela gestão anterior. Desde que assumiu a presidência do Timão, Augusto Melo, tem se empenhado para colocar as “contas no lugar” e reformular todo o clube, trazendo de volta a confiança do mercado da bola.

Após uma revisão orçamentária, a diretoria alvinegra divulgou um documento indicando um gasto mensal com folha de pagamento no futebol de R$ 23,5 milhões, em 2024. Este valor engloba todos os salários pagos pela CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), direitos de imagem sem luvas e encargos dos jogadores, membros da comissão técnica e funcionários identificados como “apoio/administrativo”.

Os dados da revisão orçamentária foram divulgados pelo site do Globo Esporte (GE) e a votação do Conselho Deliberativo para aprovar ou não a revisão do documento, está marcada para acontecer na segunda-feira (18).

O número divulgado representa o crescimento em relação aos cerca de R$ 22 milhões mensais gastos com a folha de pagamento do time ao final do ano passado. Com um gasto bem superior ao de outros clubes da elite do futebol brasileiro, o Corinthians mesmo assim, não conquistou títulos em 2023 e seu único triunfo foi se livrar do risco de ser rebaixado no Campeonato Brasileiro ao final da competição.

A revisão orçamentária feita pela diretoria do Corinthians, prevê um gasto mensal de R$ 20,9 milhões com as remunerações dos atletas. No orçamento feito pela direção anterior, este valor estava calculado em torno de R$ 19,8 milhões mensais. Com isso, a atual diretoria dividiu a previsão de gastos mensais relacionados às remunerações dos jogadores, da seguinte forma:

  • Pagamentos pela CLT – 10,7 milhões;
  • Encargos – R$ 3,8 milhões;
  • Direitos de imagem sem luvas – R$ 6,4 milhões.

Já a despesa mensal com a comissão técnica, que tem António Oliveira como treinador, está calculada na revisão em R$ 1,6 milhão. No orçamento anterior, quando Mano Menezes era o técnico, o orçamento previa um desembolso mensal de aproximadamente R$ 2,6 milhões.

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