Integrante dos Mamonas Assassinas quase se tornou jogador do Corinthians

A ‘geração Y’, composta por pessoas que nasceram entre os anos de 1985 e 1999, foi fortemente marcada pela presença de uma banda icônica, de rápido sucesso e que deixou seu público cedo demais: os Mamonas Assassinas. E não tem como falar deste grupo musical sem falar de futebol.

Como bem destacou uma matéria especial do Globo Esporte, a modalidade mais popular do país marcou presença sutil nas divertidas letras das músicas dos Mamonas Assassinas. Os ‘deuses do futebol’ também fizeram sua parte, deixando como palco do último show da banda um estádio: o Mané Garrincha, em Brasília, no dia 2 de março de 1996.

Dinho quase virou jogador profissional

Amigo pessoal de Zé Elias, ídolo do Corinthians, Dinho também era um torcedor fanático pelo Timão e frequentemente falava sobre o clube com o ex-jogador: “Ele vinha a cada 15, 20 dias. Sempre que podia passava aqui, nem que fosse para ficar cinco minutos. Ele tomava um café: ‘E aí, como que tá? E o Corinthians? Pô, não pode perder e tal'”, disse o ex-volante ao Globo Esporte.

De acordo com o pai de Dinho, Hildebrando Leite, existia uma regra dentro de casa: torcer para o Corinthians, e também para o Palmeiras acabar. Além disso, o vocalista dos Mamonas Assassinas quase jogou profissionalmente, pela Portuguesa, pouco antes de a carreira de músico deslanchar.

“Ele fez teste e passou (na Lusa), só que ele mentiu: disse que era de 70, mas era de 71. Aí não ficou, ele aumentou um ano dele e do Marcos (seu irmão). Era lateral-esquerdo. E o Marcos também. Só que o Marcos ia mais para a ponta esquerda, e ele ficava de lateral. Na época o Corinthians tinha um lateral-esquerdo chamado Wladimir, e o Dinho gostava dele”, disse Hildebrando.

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