Nike está pressionada após exigência do Corinthians

A longa parceria entre Corinthians e Nike, que já dura mais de duas décadas, pode estar em seus dias finais. Isso, porque a atual diretoria do Timão entende que precisa receber mais da empresa estadunidense para manter o contrato e estender essa relação, que perdura desde 2003.

Com contrato válido até o fim desta temporada de 2024, junto da possibilidade de renovação automática por mais certo período, clube e fornecedora de material esportivo só estenderão tal sinergia caso a Nike aceite reajustar os valores presentes no antigo acordo.

Nike paga bem, mas Corinthians quer se aproximar do Flamengo

O Corinthians, hoje, é o terceiro clube que mais recebe da fornecedora de material esportivo no país. Atrás de Flamengo e Palmeiras, o Timão busca uma compensação financeira para se aproximar do topo deste ranking e, ao mesmo tempo, valorizar seu próprio produto.

Enquanto o clube carioca recebe cerca de R$ 69 milhões da adidas, o grande rival alviverde ganha em torno de R$ 33 milhões da Puma (e já possui um acordo verbal, segundo Jorge Nicola, com a mesma adidas, para receber mais de R$ 41 milhões a partir de 2025).

Para Augusto Melo, os R$ 30 milhões fixos que o clube tem direito, em contrato com a Nike, já não estão mais suficientes. A prioridade do clube ainda é a Nike, mas Augusto Melo já cogita abrir espaço para a concorrência, em busca – principalmente – de receber mais e, assim, se aproximar do rubro-negro carioca e ultrapassar o rival da Barra Funda.

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