Rusga de 2013 volta a ser assunto no Corinthians e gera polêmica

O Corinthians como o seu grande auge da sua história recente a temporada de 2012, quando com Tite no comando conseguiu conquistar a Libertadores e o Mundial de Clubes, tendo batido o Chelsea na grande final da prinicipal competição de clubes do mundo. Porém, em 2013, o torcedor tinha muito mais esperança de conseguir alcançar coisas maiores

Com um base do elenco que havia se tornado campeão mundial, além da adição de alguns nomes de peso, como o centroavante Alexandre Pato, o torcedor do clube esperava que poderia repetir o feito de conquistar a Libertadores. Porém, o clube caiu nas oitavas de final, contra o Boca Juniors, em um atuação revoltande do árbitro Amarilla, que é acusado de roubar o clube. O presidente da época, Mário Gobbi, voltou a tocar no assunto e gerou polêmica com suposição sobre o caso.

Mário Gobbi, ex-presidente do Corinthians, afirma que Conmebol armou para o clube ser eliminado em 2013 da Libertadores

Em entrevista para o jornalista André Hernan, o ex-presidente Mário Gobbi falou um pouco mais sobre a polêmica arbitragem no jogo de volta entre Boca Juniors e Corinthians, que aconteceu em São Paulo. Ele afirmou que a própia Conmebol armou para o clube. O motivo para não deixar o clube avançar e ainda seguir com chances de título seria a morte de Kevin, que foi assassinado por conta de um rojão lançado pela torcida do Timão em Oruro, local onde o clube estava jogando.

“A Conmebol mandou o Amarilla ‘operar’ a gente porque o Corinthians era um time homicida. Simples assim. O que o Amarilla fez naquele jogo foi o maior roubo da história do futebol mundial. Não fomos bi da Libertadores em 2013 por causa de Oruro. Não acho, tenho certeza. Como um ‘time homicida’ pode ser campeão da Libertadores? O Corinthians foi massacrado pela mídia esportiva brasileira, como sendo o homicida do Kevin.”, afirmou Mário Gobbi.

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